terça-feira, 22 de outubro de 2013

Nojento descaramento

Diz a “vampiragem”
Que faz a pilhagem:
O mal De Portugal
É o tribunal Constitucional!
Não são os corruptos nem os ladrões
Esses têm mil razões!
Durão, o desertor oportunista
Já deu o seu ponto de vista!
Vergonhosa e mal cheirosa intromissão
Nos destinos da Nação
Se tivesse vergonha e fosse honesto
Cumpria o seu papel e deixava o resto!
No respeitante aos interesses do nosso País
E à valorização do trabalho
É um reles aprendiz
Um espantalho!
Ele e tantos outros “mentideros”
Não passam de uma soma de zeros!

Adolfo Hittler: zero
Angela Merkel: zero vírgula zero!
Durão Barroso: zero vírgula zero, zero!
Cavaco Silva: zero vírgula zero, zero, zero!
Passos Coelho: zero vírgula zero, zero, zero, zero!
Paulo Portas: zero vírgula zero, zero, zero, zero, zero!
Ministra das Finanças: zero vírgula zero, zero, zero, zero, zero, zero!
Ministro dos Negócios Estrangeiros: zero vírgula zero, zero, zero, zero, zero, zero, zero!

Politicamente, é claro, porque “cifronicamente” a “coisa” está bem longe de ser assim!

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Dúvidas

Não seria mais proveitoso para Portugal mandar ministros e secretários para férias, com vencimento, exigindo-lhes apenas que fiquem quietos e calados? Quando fazem é só asneira, quando falam é só baboseira... Que triste sorte a nossa!
Podíamos mandá-los para Angola, mas eles não os querem lá...
Por quanto tempo mais temos que aturar esta cambada?


Para que servem tantos deputados, ministros, secretários, subsecretários, assessores, assessores de assessores... se, afinal, quem manda são três testas de ferro, de pasta preta, que ninguém conhece?
Valerá a pena continuar na UE nestas condições? Se temos que comer terra, como tudo indica, vale mais comer da nossa!
Onde foi parar a "reforma do Estado" desse palhaço que dá pelo nome de Paulinho das feiras?

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

O Novo Estado

O Novo Estado

Acabou o Estado Novo
Veio o Novo Estado
Ambos pra lixar o Povo
Mas com o nome trocado

São outros os “capatazes”
Mas a m… é igual
Uma cambada de incapazes
A desgovernar Portugal

A Economia hiberna
A mentira governa
Já (quase) ninguém acredita…

Todos temem o futuro
Isto é “sadismo” puro
O “Público”… é o “mau da fita”


Post Scriptum
Já podem morrer ministros, secretários e outros figurões da nossa “arena política”. Para além de outros inegáveis benefícios, o Estado vai poupar imenso com as pensões a atribuir aos cônjuges.

A morte parece-me ser a única solução para a reforma do Estado, a nível de chefias. Cada vez há mais chefes e menos pessoas para chefiar!

terça-feira, 15 de outubro de 2013

A “Corte” dos sabujos…

A “Corte” dos sabujos…


Reunidos na Corte
Com ódio de morte
Aos funcionários públicos e reformados
(… esses malvados!)
Energúmenos e cretinos
“Donos” dos nossos destinos
Palhaços e aduladores
Sevandijas servis
Transformam o nosso País
Em “casa dos horrores”!

Alheios ao sofrimento e à dor
Corruptos, larápios e mentirosos
Continuam seus atos criminosos
 Desrespeitam seja o que (quem) for…
Lacaios fiéis, com muita manha
Entregam Portugal à Alemanha
Que vai conseguir com os cifrões
O que não conseguiu com os canhões!

Patifes sem um pingo de vergonha
Provocaram esta crise medonha
Para nos humilhar e beneficiar dela
Transformando o trabalho numa “bagatela”
Roubam-nos o Pão
A Saúde e a Educação
Destroem a Nação!
Em nome da competitividade
Esmagam-nos com austeridade…

Em jogos de poder, bolsa e offshores
Sugam o sangue dos trabalhadores
Com mentiras e truques bem orquestrados
Empobrecem os remediados
E criam uma legião de desempregados!
Corja de malvados!

Todos já vimos que a receita não presta
Mas ainda falta roubar o pouco que nos resta!
Em golpes de “mágica”
E medidas avulsas, sem o mínimo de senso
Tornam a situação cada vez mais trágica
Num nível de transparência cada vez mais denso!


segunda-feira, 14 de outubro de 2013

O que me irão roubar amanhã?

O que me irão roubar amanhã?

Será o carro
Que comprei a prestações?
Serão os apartamentos 
Que comprei a crédito
Para deixar aos meus filhos e netos?
Será a parte da quintinha
Que me coube em herança
Pela morte da minha tia e dos meus pais?
Sinto-me revoltado com pés de barro
Esmagado pelas inquietações
Autênticos tormentos
Causados por este modo de roubar, inédito
De um desgoverno de analfabetos
Reles gentinha
Que enche a pança
Com a desgraça dos demais!

Podeis roubar-me à vontade…
Estou frágil… é da idade!
Tirai-me a reforma ou a pensão
Mas a Alma, NÃO!

Ide embora, canalhada!
Antes que fiquemos sem nada!
O Portugal que estais a destruir
Há de arranjar forças para vos punir!

Se vier uma peste que vos leve

Ao vosso funeral… farei greve!

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

O castigo do ladrão

Qual é a sua profissão?

Senhor DJ, eu sou ladrão
Roubei um tostão!

Vai ter que ir para a prisão…

E se eu tivesse roubado um milhão?

Bem, isso é outra questão!
Roubar um tostão
É o mesmo que invocar o nome de Deus em vão…
Não é solução
Não tem perdão!

Ah justiça de um cão…
Devia então
Ter roubado um milhão?

Como lhe disse isso é outra questão!

Que Deus nos valha, isto é demais
Não era assim no tempo dos nossos pais!

Pois, por isso é que aqui vieste parar…
Quem te deu ordem para roubar?

Não tinha para mastigar
E caí na tentação de roubar!

Porque querem os passaritos ser livres e voar alto
Se, quase, não conseguem dar um salto?
Onde é que foste buscar essa ideia peregrina
De roubar às aves de rapina?
Três meses de prisão com pena suspensa…
Quando quiseres roubar, tira licença!
Adquire imunidade “pralamentar”
E não te ponhas a inventar…
Um tostão

Faz muita falta à Nação!

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Malditas aves de rapina disfarçadas de “coisa” fina!

Meu Senhor
Por favor
Recebei-os em Vossas mãos!
Mesmo os que não são cristãos…
Levai-os para o Inferno
Porque está frio, é inverno!
Livrai-nos das suas garras
Já só nos deixam as aparas…
Dentro do possível, sede rápido
Começai pelo mais larápio…
E depois de um em um
Deixai-nos  sem nenhum!
Se for preciso um milagrão
Pede ao Cristo que dê uma mão…

Malditas aves de rapina
Disfarçadas de “coisa” fina!

Sabemos de fonte limpa
Que são a reincarnação do mal
Mas porque nos pregaste esta finta
E os mandastes para Portugal?

Malditas aves de rapina
Disfarçadas de “coisa” fina!

Eu Vos peço de coração
Que nos livreis deste “apagão”!
Ninguém aguenta mais loucura
Nem esta traição, pura!
Chamai a vós os chacais…
Bendito sejais
Por todo o sempre
Na terra e no Além
Na luta contra quem
Mata, rouba e mente, mente, mente!

Malditas aves de rapina
Disfarçadas de “coisa” fina!

Para ficarmos descansados
Enviai um Mensageiro com a boa nova
Que estão no inferno a ser cremados
E já não está nenhum na cova!

Malditas aves de rapina

Disfarçadas de “coisa” fina!