terça-feira, 26 de julho de 2016

FADO DE VERÃO

FADO DE VERÃO
Por Celso Neto

O Fado de Verão
São os incêndios…
Mas não se aposta na prevenção
Os nossos políticos são “esplêndidos”!
Na “carruagem” altamente lucrativa
Puxada por esta “locomotiva”
“Viajam” fidalgos com muito poder
Que não querem que Portugal deixe de arder…
Há muita “coisa” por aí fora
Que, sem os fogos, ia embora!

Com o fogo apagado
O que fazia tanto “voluntariado”?
O que faziam os hélios e os aviões
Se não fossem os quentes Verões?
E quem contribuía para a festa
Dos especuladores da floresta?
E as altas chefias? E as intermédias
Ficavam sem as “rédeas”?

Num país “fraco” o que há em abundância
Não escapa às garras da ganância
O que a natureza nos dá de mão beijada
Nunca pode valer nada…
E o que havia de ser da complexa estrutura
Que zela para que a nossa vida seja segura?

Santo padroeiro dos fogos florestais
Não deixes Portugal arder mais
Dá-nos chuva misturada com calor
…por amor de Deus, Nosso Senhor!

Hebe e Apolo ponde a Juventude a pensar e a bulir
Mostrai-lhe os caminhos por onde podem ir!

Fim à hipocrisia, já!


ARTE (do futuro) EM SÁTÃO – Exposição permanente

ARTE (do futuro) EM SÁTÃO – Exposição permanente
Por Celso Neto


Enganaram-se aqueles que como eu pensaram que a escultura em madeira existente em frente à Biblioteca era o expoente máximo e único de sabedoria, criatividade e beleza de um artista satense…
Aquela obra (apesar de tudo) ímpar, financiada pelo poder autárquico, que tantos elogios tem granjeado por todo o concelho, não passa de Arte Menor, quando comparada com o “último grito de Arte século XXII” (penso que financiada pela mesma entidade e que suporta o arranjo dos magníficos jardins envolventes) implantado nas proximidades do Hostel Restaurante Sátão, no “antípoda” dos “Bosque e Museu Mauriconstroi”, ali para as bandas do “Complexo Residencial” destinado a minorias étnicas.
Há quem tenha o desplante de dizer que aquilo é uma grua abandonada, mas os entendidos na matéria identificam-na com o nome artístico de “Hino à ferrugem – A Arte do livre abandono”, afirmando perentórios que se trata de Escultura…Arte pura…Cultura!
E…realmente, assim é. Disse-me alguém com pergaminhos no assunto que aquela simbiose do ferro ferrugento com o perigo, que mantém viva a chama da possibilidade de um acidente a qualquer momento, o perfeito enquadramento com a paisagem circundante, a criteriosa disposição da ferrugem, da tinta e dos cabos de aço, em harmonia perfeita com a qualidade dos materiais de suporte, faz daquele “conjunto” algo digno de ser candidatado a património mundial.
Em breve seremos “invadidos” por milhões de turistas.
Tal como a Torre Eiffel, aquilo que estava previsto ser uma coisa provisória, transformou-se em definitiva e vai ser o “cartão de visita” da agenda cultural satense.
Constou-me que já circula nas redes sociais um abaixo assinado para que seja autorizada a construção de réplicas para exportação para França… (Eu sempre disse que a geminação com Lescar e o apadrinhamento com Les Ulis haviam de dar os seus frutos, mesmo que tardios!
O Sátão está de Parabéns!
Ditosa Pátria que tais filhos tem!


Post Scriptum

Se me permitem a sugestão… aproveitem o “Ultimo grito de arte século XXII” para pegar no Hostel e o fazer em “peças” para serem montadas nas imediações da Praia fluvial do Trabulo, que, como tudo o que é bem feito, está a ter muita saída e vai ser preciso criar ali uma infraestrutura de apoio a quem queira pernoitar, sejam turistas religiosos ou de veraneio.

sábado, 23 de julho de 2016

MMENTES, O BRUXO DA SIC

MMENTES, O BRUXO DA SIC
Por Celso Neto

Marques Mentes…a falar é um “luxo”
Acerta “coisas” que até parece bruxo!
Se alguém o questiona, refugia-se nas fontes
Todos se calam, mas as “fugas” são aos montes!
Tem “estatuto” de bisbilhoteiro privilegiado
Mete o nariz em tudo o que é “rabo”
Uma amiga minha, sem tabus
Diz que é o “cheira e lambe cus”!
 Chamem-lhe ratazana anã ou meia leca… tanto faz!
Para mim é definição real de INCAPAZ
Para os jornalistas deve ser o capataz
Pois parecem acatar as baboseiras e atropelos que faz!

 Se a caranguejola precisa de dar um coice na geringonça do Costa
Encomenda o recado ao petiz… especialista em bosta
Que com ar malandro de ratinho pimpão
Antecipa as “novidades” num canal de televisão
Que se “borrifa” para a deontologias jornalística
E só se preocupa com a estatística
Não basta o Dilema
Da taróloga Maria Helena?!
Levámos com o Mentes cartomante
Programa nojento, aberrante
Fel de ressabiados…Veneno puro
Ao serviço da calça cinzenta e casaco azul escuro!

O que é preciso é vender “mercadoria”
Que ajude a arrasar a nossa Economia
Para que quem trabalha
Só tenha direito a uma migalha…
Há eu manter o pé na carruagem,
Queimar a paisagem
Fingir
E mentir
Cuidar da imagem…
O “bolo” é grande…é a fartar vilanagem!
Cheira-me a menina de outra “narrativa”

(Por enquanto) a dormir, escondida!

quinta-feira, 14 de julho de 2016

CAVACO ILETRADO, MESQUINHO E (muito) BAIXINHO


 


CAVACO ILETRADO, MESQUINHO E (muito) BAIXINHO


Por Celso Neto

 

Não me surpreendeu a bacoquice de Cavaco

Ele só percebe de contas e pataco

Dizer que não tem dúvidas e raramente se engana

Só pode ser obra de um grande sacana!

Foi à sombra da sua batuta

Que prosperou um bando de filhos da puta!

 

O homem lá sabe do que fala

Como todos os que fazem das sanções uma gala

Tal como o Coelho e a Maria Luís…

O pai do défice e da ruína do País

Está senil, não sabe o que diz!

 

Se fosse patriota e não estivesse “passado” …

Não tinha ido ao Conselho de Estado

Onde sabia que o assunto ia ser abordado

Ficava a ver as contas da sua presidência

Que são de fazer perder a paciência!

 

Depois de presidente e primeiro ministro

Só nos faltava ter que suportar mais isto!

“Engoli-lo” como conselheiro

Lacaio da Alemanha e do dinheiro!

 

Continua a “dança”

Do tacho dos políticos na alta finança!

Em defesa do grande capital

Contra o Estado Social!

quarta-feira, 13 de julho de 2016

DE PIN NA LAPELA

DE PIN NA LAPELA
Por Celso Neto


De pin na lapela
E Schäuble e Merkel nos corações
A “peste amarela”
“Chuta” para este governo as sanções
Devia ser o PP-PSD a dizer
Porque não cumpriu as metas
Mas em vez de nos defender
Ataca o governo…Patetas!!!

Ai que linda União Ibérica
Com outros países da zona periférica
Fora desta seita de aldrabões
Que mandasse a Alemanha limpar o cu às sanções!
Que saia de Portugal quem dele não gosta
Parem de dizer que a culpa é do Costa
Levem o dinheiro, os filhos e a alma
Ide procurar cura para o vosso trauma!

É uma falta de vergonha, de mau gosto, afirmar
Que as sanções são para nos motivar…
Vindas de quem vem valem o que valem
Mas é lamentável que assim falem
Os que fizeram vista grossa
A quem, sem austeridade, causou maior mossa!
A “besta” nazi, através do dito cujo
Mais uma vez pratica jogo sujo!



terça-feira, 12 de julho de 2016

CACETEIROS “À LA FRANÇAISE”

CACETEIROS “À LA FRANÇAISE”
Por Celso Neto

Depois de vencerem os malvados boches
Os franceses estavam “programados” para ganhar
Pensavam que os Portugueses eram” peras doces”
Mas acabaram a chorar de cu pró ar…

Payet… caceteiro qualificado, especialista
Executou o plano que a França tinha em vista
Com uma entrada muito feia e muito violeta
Tirou o Nosso Ronaldo da “ementa”
Aquele “onze” nojento, caceteiro
Passou o jogo a distribuir “fruta” pelo campo inteiro!
Entradas duríssimas, a matar…
Era a “receita” para nos intimidar
Mas a bravura e a classe da seleção portuguesa
Respondeu com galhardia e firmeza…
Por favor, não me venham dizer
Que a cacetada do Payet foi sem querer!
A lição estava bem estudada
Para “arrumar” o Ronaldo e parecer que não foi nada!
O árbitro nem sequer falta marcou
Nem se apercebeu como ele o “cacetou” …
Mas mesmo sem auxílio de lupa
Vê-se bem a intenção do filho da puta!

Venceu o sofrimento e a humildade
De uma equipa coesa, com qualidade…
Pôs muitos energúmenos a roncar
E ninguém lhe conseguiu ganhar!
Depois de nos quererem afogar no défice
Queriam reduzir-nos à ínfima espécie…
O eixo franco alemão sofreu pesada derrota
O seu futebol foi à bancarrota!
Passam a vida a querer dar-nos lições
Mas no Desporto, metam travões
Porque nós é que somos os campeões!

"Merdilheiros" franceses e alemães
Nós somos pessoas, não somos cães!
Somos a Nação campeã
De corpo rijo e alma sã!
Não somos agiotas como vocês
Que comem à vez!
Sois reles canalha!
Nós somos gente que trabalha!
Encheis a algibeira
À custa de mão de obra estrangeira!
Lucrais a bom lucrar com a crise da Europa
Mas o desejo de mudança já se nota!

Viva Portuga, agora e sempre
O caminho é… em frente!
Temos o nosso mar, o nosso sol, o nosso clima
O nosso Património e a nossa hospitalidade
Estamos muitos furos acima
Da vossa mediocridade!
Falta-nos dar o salto…

Mas eu defeco em vós, de muito alto!

sexta-feira, 8 de julho de 2016

A DERROTA DOS BOCHES

A DERROTA DOS BOCHES
Por Celso Neto


Quase me “escangalhei” a rir com a vitória dos franceses
O futebol tem destas coisas…às vezes!
Nem sempre ganha o mais rico
E, para os boches, lá se foi mais um “penico” …
Que bem gostava que viesse para a nossa prateleira
Com “estatuto” especial por ser a primeira!
Imagino o estado de alma do “petas”, da “sirigaita” e da “regateira”
Com aquelas duas “prendinhas” na algibeira…
A Merkel, também, deve estar muito irritada
Porque o dinheiro, afinal, não vale nada
Contra o sonho, a força, a criatividade e o querer
Que alimentam a vontade de vencer!
Este Europeu é uma boa ocasião
Para “esmagar” o eixo franco-alemão
E isso…está na nossa mão!


VIVA A NOSSA SELEÇÃO!