quinta-feira, 5 de março de 2015

Os fora da lei...

Com tantos fora da lei
Onde vamos parar? – Eu não sei!
Quem não paga ao fisco nem à Segurança Social
E não declara os bens ao Tribunal Constitucional
E diz desconhecer que era obrigado
Ou é mentiroso ou está “passado”
São destes licenciados em gestão
Que o FMI quer para nos “dar a mão”...
São os reis da incompetência e da ignorância
Que trocam os valores pela arrogância
Não passam de ser reles mentecaptos
A fazer coisas para que não estão aptos...
Recebem pra pôr o rabisco
E depois esquecem-se do Fisco!
Pobre País, triste sina
Com tanto aldrabão a mijar-nos em cima!

Quando formos um Portugal a sério
Há de acabar o tempo do minério
Das bulas e dos indultos
E dos iletrados disfarçados de cultos!
A massa encefálica de algumas elites
Parece ter resultado de gastroenterites...

Antónios,  Lelos, Paulos e Pedros...
Um malcheiroso “poço de segredos”...
Tudo vai ficar impune
Mas não deixa de ser estrume!
Para eles, que esfregam  a barriga

Aqui deixo a minha “figa”!

quarta-feira, 4 de março de 2015

Os fora da lei...

Com tantos fora da lei
Onde vamos parar? – Eu não sei!
Quem não paga ao fisco nem à Segurança Social
E não declara os bens ao Tribunal Constitucional
E diz desconhecer que era obrigado
Ou é mentiroso ou está “passado”
São destes licenciados em gestão
Que o FMI quer para nos “dar a mão”...
São os reis da incompetência e da ignorância
Que trocam os valores pela arrogância
Não passam de ser reles mentecaptos
A fazer coisas para que não estão aptos...
Recebem pra pôr o rabisco
E depois esquecem-se do Fisco!
Pobre País, triste sina
Com tanto aldrabão a mijar-nos em cima!

Quando formos um Portugal a sério
Há de acabar o tempo do minério
Das bulas e dos indultos
E dos iletrados disfarçados de cultos!
A massa encefálica de algumas elites
Parece ter resultado de gastroenterites...

Antónios,  Lelos, Paulos e Pedros...
Um malcheiroso “poço de segredos”...
Tudo vai ficar impune
Mas não deixa de ser estrume!
Para eles, que esfregam  a barriga

Aqui deixo a minha “figa”!

terça-feira, 3 de março de 2015

É preciso ter descaramento...

O que me assusta não é a dívida do primeiro ministro
É o seu ar de “virgem ofendida” quando fala nisso
Até parece que a culpa lhe é alheia...
Ele tinha que pagar? Não fazia ideia!

Pagar é só para os outros, ele está dispensado
“Virem as armas” para outro lado
Ele estava desempregado...
Coitado!

O que recebia era uma “compensação”
Pelos altos serviços que prestava à Nação
No “filão” da Formação!

A culpa, pelos vistos, foi da Segurança Social
Que não o avisou que estava a fazer mal!
Mas o Pedrinho está de pedra e cal...

O culpado destas imundices
É o Povo, que não quer chatices
E até acha bem
O que fazem estes filhos da...mãe
Os portugueses lidam bem com o tabu

E (bem conversadinhos) até deixam ir ao cu...

domingo, 1 de março de 2015

Esqueci-me

Fiquei a dever?!
Oh diabo...
Tenham calma, eu pago!
Eu ganhava em tantos lugares
Que o “fio” das contas foi pelos ares!
Não terá sido erro da Administração?
Eu gosto de pagar, não sou ladrão!
Sempre cumpri com o meu dever
Não tenho culpa de me esquecer...
Deixem-se de calúnias e de inventar
“Calúnias” para me tramar
Tal como o Bava não tenho memória
Acabem lá com essa história...
Quero ganhar as eleições...
Sou o rei dos pimpões!


sábado, 28 de fevereiro de 2015

(En)COSTA ó Costa e … pára, escuta e pensa!

Não sei por quê sinto que António Costa não vai ser uma mais-valia em relação a Seguro, que como todos ainda nos recordamos, fez encostar às “boxes” com o argumento de que com ele ao “volante” é que a “corrida” ia ser ganha, por larga margem.
Não voltei a ouvir falar de Seguro, (louvo-lhe o silêncio!) mas palpita-me que já há vários arrependidos de lhe terem tirado o tapete onde se passearam por largo tempo... (a hipocrisia de muitos políticos não tem limites!)
As sondagens estão a derrubar o “mito Costa”!
Estou plenamente convencido de que a derrota do PS nas próximas legislativas é uma hipótese, não só possível, como muito provável. Costa (não sei se por medo ou por arrogância que o leva a fugir para a frente) não pára de dar trunfos aos adversários políticos, que esperam a melhor altura para se coligarem...
Muito sinceramente, considero que Costa não deve grandes favores à inteligência e à estratégia política que devem ser apanágio de um líder. Os argumentos que serviram para derrubar Seguro não servem para derrubar o Governo. (Se ele não sabe isso, alguém da sua proximidade vai ter que lhe explicar)
Penso que o primeiro grande erro de António Costa foi avaliar por excesso as suas capacidades. O segundo foi ter considerado que derrubar o Governo PSD/PP era uma tarefa fácil que só não estava a ser conseguida devido à inépcia de Seguro. O terceiro foi pensar que era capaz de governar melhor ao centro/direita, do que o atual Governo. O quarto (entre vários outros) foi manter no aparelho as piranhas que apenas querem poder e se estão a borrifar para o interesse nacional.
Não se pode estar simultaneamente com a generalidade dos portugueses e com “socretinos” que já demonstraram cabalmente o que são e o que valem como governantes, deputados ou quadros superiores.
Lixo é lixo, em qualquer altura e em qualquer lugar! O Povo tem memória curta, mas cada vez é menos fácil de enganar!
Para mal dos meus pecados, com este PS, cada vez me convenço mais que vamos voltar a gramar Passos e Portas, reis da incompetência, mas com alguma coerência!

Post scriptum

Ou arrepias caminho ó Costa, ou te transformas num candidato...que o Povo não gosta!

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Não guardo memória...

“Não guardo memória”...
E acabou-se a história?!
Quem manda é o falsário?
Não devia ser ao contrário?
Todos sabemos o que é fingir
Disfarçar e mentir...
E vamos deixar ir
À vidinha tranquilo
Quem só soube dizer “aquilo”?!

Porra...senhores deputados
Fostes bem levados!
É preciso usar a cabeça
E fazer com que a mentira apareça...
As perguntas foram de chacha
Muito longe do “vai ou racha”!
O reles “figurão”
Não foi encurralado no sim ou não...
Passaram em claro os pontos fracos do seu historial
Ninguém lhe apontou o que fez mal...

Inquirir é jogar ao ataque
E não dar cobertura ao disparate...
Um “trafulha amnésico” tem que respeitar
Os deputados que o estão a interrogar...
A sumidade na gestão
Era, afinal, pura ficção!
Ninguém exigiu que baixasse a bola
E ficasse fresquinho da tola...

Os inquéritos são para Inglês ver
Ou para responsabilizar quem não “sabe ser”?
Ninguém denunciou a falsidade do brilho
E obrigou a besta a entrar no trilho...

Mesmo tendo perna pequena
A mentira passou em claro...e foi pena!
É necessário e urgente julgar
E colocar atrás das grades
Os falsários e os covardes

Que passam a vida a enganar!

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Cidade noite...sem sonho nem magia!

Final de mais um dia
A noite está sossegada e fria

Vagueio pela cidade
Sinto-a sem alma, sem pulsar...
Abandonada, sem sorrisos
Parada no tempo, sem Esperança
Desprovida de afetos
Alheia às pessoas
Que teimam em permanecer...
Sinto a dor da saudade
A vontade de amar
O pânico dos indecisos
O sonho da bonança
A raiva dos homens retos
A lembrança das coisas boas
O enorme desejo de viver

Dou comigo a pensar em Paz
Nos horrores da guerra
Nos avanços da Ciência
Estremeço, olho para trás
Não é esta a minha Terra...
É preciso um Pacto contra a violência!
Em todas as suas matizes
Desde os sem-abrigo aos doutos juízes

Sinto vontade de chorar
Com o que acontece no meu País
Onde a austeridade para os fracos
Pegou de raiz!
E teima em ficar
Pela mão de governantes insensatos
Que têm como grande objetivo
Que o Povo se mantenha oprimido
Bem longe da Cultura e das decisões

Para disfarçar a “ditadura dos cifrões”!