quarta-feira, 19 de maio de 2010

Cavacamento gay... sou contra!

Tenho um amigo que não consegue articular o som Z, trocando-o frequentemente por G. (não sei qual é o nome científico desta “diferença” , mas confesso que, a princípio isto me causava uma impressão dos diabos).

No dia em que ele chegou ao pé de mim e me disse “oh viguinho, o que pensa do cagamento zay?” não resisti a dar uma sonora gargalhada que lhe provocou uma reacção de espanto e me fez corar, porque imediatamente percebi que ele não tem culpa de ser assim e os gays/lésbicas merecem todo o nosso respeito.

Quando Cavaco Silva promulgou o diploma que passa a ser lei, lembrei-me deste episódio algo caricato e não resisti a escrever meia dúzia de linhas sobre o assunto que, confesso, considero um disparate de todo o tamanho e que ofende aqueles que, como eu, respeitam as diferenças, mas não estão dispostos a viajar no mesmo barco daqueles que optam por exibir a sua “distorcida”sexualidade, querendo impô-la a toda a gente…

Fazer chover no molhado com uma lei que nada adianta aos direitos dos homossexuais (que estão legalmente salvaguardados) para além de ser ridículo, compromete os direitos de quem assumiu casar-se, quando o conceito de casamento não inclua gays nem lésbica, e que tem como única solução (para não pertencer ao novo grupo dos casados) o divórcio, que utilizado para esse fim, seria uma aberração do tamanho do casamento homossexual.

A hipocrisia política atingiu o auge! O lobby gay impôs-se definitivamente e tudo indica, atingiu as altas esferas da governação. Neste ritmo, qualquer dia temos que pedir desculpa por não sermos homossexuais e para aceder a algumas “posições”o nosso “currículo” não será o mais adequado… Se a moda gay atinge a classe médica, como parece ter atingido a classe política, não estará longe a era dos transplantes de útero, de pénis com sémen fértil e de seios de amamentar!

Abriu a caça ao voto. As elites de todos os quadrantes estão com os gays. Resta ao povo fazer-lhes o manguito, mesmo que isso lhe custe o epíteto de reaccionário!

Não sei bem porquê, mas este casamento” politicogay” cheira-me a esturro!

domingo, 16 de maio de 2010

Pr´acalmar os "mercados"...

Contrariamente ao que fizeram os governos de Espanha (que baixou 15% os ordenados dos políticos ) e Portugal (que se ficou por um terço), proponho que para acalmar o (insaciável) mercado especulativo ( que nunca quererá ver prejudicado quem o tolera e lhe dá cobertura) se aumentem 100% os salários dos nossos políticos e gestores públicos .
Se retirarem a esses senhores (obrigando-os a viver como o cidadão comum) os subsídios de mudança de residência, de transporte, de reintegração, de arrendamento… (quando se concorre aos lugares todos estão a contar ficar na sua terrinha!!!); os prémios de produtividade compensatórios das “50 horas” que trabalham por dia; os cartões de crédito para despesas de representação e refeições no Gambrinus,; os popós topo de gama; as regalias para a sua corte familiar; os ares condicionados e outros confortos em gabinetes onde nunca se encontram; os “passeios” ao estrangeiro; algumas estrelas nos hotéis onde se instalam quando viajam “ao serviço de Portugal”, etc.,etc,.etc.,(porque são tantas!), duplicar-lhes os ordenados parece-me ser uma medida acertada (até porque os abrigaria a pagar mais impostos e deixaria sem suporte aquela teoria do “simbólico exemplo” (que é falsa), porque o problema dos “gastos públicos” (com esses competentes e bem formados cidadãos) não reside nos rendimentos que “contam pró Fisco”, mas sim nas mordomias que “não contam p´ra nada” e desbaratam o erário público.
O acordo PSD / PS, que originou um pedido de desculpas de Passos Coelho (uma espécie de Egas Moniz social democrata a quem o engº Sócrates engoliu em menos de um fósforo e que se pôs a jeito para ser próxima vítima do inferno laranja), que no essencial garante que esta pouca vergonha continue, é bem demonstrativo do poder das “clientelas” políticas, que gravitam à volta do bloco central e que, mesmo em tempo de crise, apesar do “disfarce”, podem continuar a gastar à tripa forra (como diz o PPM). Tentar demonstrar ao povo que os sacrifícios afectam proporcionalmente os portugueses é pura demagogia, e, isso o Zé povinho já percebeu, porque constata diariamente que o pilim só não existe no seus bolsos…
O Estado continua a sustentar organismos e serviços que são verdadeiros “sanguessugas” que nada contribuem para a resolução dos problemas das pessoas, que se não tiverem posses para se fazer representar por (bons) advogados (aqueles que adiam ou ganham tudo), o melhor é ficarem quietinhos e muito bem calados…
Como eu gostava de ver “cortar a sério” nos gastos da Presidência, do Governo, dos Ministérios, das Forças Armadas, dos Governos Civis… e ver esse dinheirinho na Saúde, na Educação, na Agricultura e Pescas, na Lusofonia, enfim, nalguma coisa que nos ajudasse a vencer a crise e contribuísse para o nosso bem-estar.
Mesmo sem ser economista (mas eles também erram tanto!!!) atrevo-me a dizer que o défice não se combate com a redução de salários, (principalmente daqueles que, por serem tão baixos, nos deviam envergonhar, enquanto país democrático e humanista), mas com medidas que assegurem a transparência e o rigor da “coisa pública”.
Enquanto reinar o despesismo e tiverem voz aqueles que o confundem com as funções essenciais do Estado (para imporem a “liberalatinagem”, os especuladores, disfarçados de “mercado” esfregarão as mãozinhas de contentes e… passar a vida a trabalhar… só serve p´ra evitar… que haja tempo p´ra pensar!
Já a minha avó dizia, no seu “douto analfabetismo” que, quem trabalha não tem tempo pr´a ser rico!

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Sua Alteza, A SUBIDA DE IMPOSTOS

Andamos há não sei quanto tempo a “disfarçar”(à espera da altura própria para anunciar o aumento dos impostos, para muitos inevitável). Algumas afirmações irreflectidas dos nossos políticos no calor das campanhas eleitorais e a hipocrisia partidária, (tanto do partido do governo como das oposições) que tem caracterizado a nossa (já nem tanto assim) jovem Democracia, dificultam muito a nobre arte política de governar, com os prejuízos que se conhecem para os Portugueses que, geralmente, têm que contentar-se em ser a “cauda” de quase tudo o que é bom! (com honrosas excepções que se registam, mas que ocorrem com pouca frequência para quem, como eu, considera Portugal um País de sonho, generoso e hospitaleiro, em que merece a pena investir)
Sinceramente devo ser daqueles poucos portugueses que não se apercebeu da “baixa de preços” quando o IVA desceu um ponto percentual. Não discuto, porque não sei, a sua importância em termos de Economia, mas para a minha economia representou zero (e como devem concordar, essa também me interessa, porque, como diz um amigo meu, estamos fartos de Economia saudável e o povo com os bolsos vazios! O que eu sei é que a subida de impostos só por si nada resolve se o Estado continuar a esbanjar, se os corruptos continuarem a engordar e se os políticos continuarem a pensar que os sacrifícios são apenas para os “cidadãos comuns” (dos quais dizem fazer parte, mas donde se auto excluem).
Acho muito bem que se aumente tudo aquilo que é pago pelos portugueses na exacta medida dos seus rendimentos e da sua riqueza, mas se tivermos que continuar a assistir “a poucas vergonhas” (judiciais, parlamentares, governativas, especulativas, desumanas, etc., etc.,mais vale que estejamos quedos, porque, assim, não há salvação possível.
Se a “população ministerial e de serviços” continuar a ser exagerada e a gastar à grande, se as parcerias público/privadas continuarem a ser para enterrar o Estado e salvar os “espertalhões; se as grandes obras públicas continuarem a ser concluídas com custos escandalosamente acima dos valores de adjudicação; se continuarem as “encomendas” de prestação de serviços (com custos que são muito superiores ao ordenado dos funcionários públicos que mandais embora ou deixais de admitir); se for para comprar submarinos, bombardeiros e contra bombardeiros e outros”adereços” sofisticados de guerra; se for para “alimentar vaidades e matar saudades “se…se…se…se…se …se…se…se…se…e se as prisões continuarem a ser apenas para os pobres; permitam-me que lhes peça, senhores políticos, que assumam a vossa incompetência e regressem “às lides” que tinham antes de serem políticos, (sem subsídios de reintegração) mesmo tendo todos nós de suportar os subsídios de desemprego (que, penso eu, são muito inferiores ao que muitos de vocês desbaratam.
Que se apresente essa Nobre Dama, Sua Alteza, A SUBIDA DE IMPOSTOS (que a tantos pruridos obrigou). Que venha o mais elegante possível, bem vestida e sem maquilhagem. Que não traga sapatos altos, porque é difícil caminhar num país com tantos buracos!
Pessoalmente recebê-la-ei o melhor que souber, mesmo sendo praticamente analfabeto em Economia e Finanças, complicadas ciências onde tantos “experts” não conseguem ir além do papel de parolos e nos meteram nestas andanças e se abotoam com as nossas poupanças!

sábado, 8 de maio de 2010

Os insaciáveis

Se teimarmos em considerar o capitalismo selvagem o “Deus Terreno” que regula toda a acção humana, (que terá que sujeitar-se à sua omnipotente vontade) penso que estaremos a caminhar aceleradamente para uma rotura social que não sei muito bem como vai evoluir, mas que, tudo indica, assumirá formas violentas, de consequências muito graves para todos. A Paz é um “Bem” de valor incalculável que dinheiro nenhum pode comprar, não acontecendo o mesmo (infelizmente) com a guerra, que os senhores do dinheiro podem “encomendar” a qualquer momento.
Esta forma de capitalismo em que o poder dos “tubarões” se sobrepõe ao poder dos Estados Soberanos e Democráticos tem que ser, eficaz e urgentemente, combatida, sob pena de “mais uma vez os filhos do povo pagarem com a vida, numa guerra, as loucuras de fanáticos que fizeram da acumulação desumanizada de riqueza, a finalidade única da sua existência.
Já várias vezes disse e reafirmo que uma boa “receita” para alguns “senhores” seria pô-los a comer diariamente aquilo que produzem – dinheiro virtual adquirido em especulação bolsista ou fruto de “lavagens”- transformado em ementas variadas, que lhes evitasse o tédio de comer notas de 500€ a todas as refeições. Isto pela simples razão que tal espécie animais se transformaram em vampiros insaciáveis que, por muito que se lhes dê, querem sempre mais, mais e mais.
Veja-se o caso recente do empréstimo dos países da UE à Grécia, que no dia seguinte fez acalmar os “mercados” (enquanto os vampiros pararam para pensar), mas logo de seguida tudo voltou à estaca zero, porque garantida aquela massinha, imediatamente começam a “trabalhar” para sugar mais.
Quando rebentou o “escândalo da crise mundial” (chamo-lhe assim porque não sei o nome técnico) os governos de todo o mundo apressaram-se a “injectar” o dinheiro necessário para salvar os “coitadinhos dos viciados no jogo do capital de risco”, mas depois quando é necessário ajudar países que, se não for pela via do endividamento, não conseguem desenvolver-se, a receita é “estrangular” a classe média/baixa, porque os vampiros assim o exigem.
Está-se mesmo a ver que os analistas especializados americanos, na “defesa intransigente” do euro, (de quem os americanos, são inimigos figadais) e na tentativa de “afundamento” do dólar (que é sua a moeda) hão-de sempre produzir opiniões que favoreçam a unidade europeia, através do “nivelamento dos seus países membros”…(palhaçadas!) E nós, bons rapazinhos e muito educados acreditamos nelas e consideramo-las Verdade Absoluta, como se os Americanos sejam os “únicos donos do mundo”, Fala-se na vaga possibilidade de criar uma agência Europeia de notação financeira, mas de concreto nada acontece a não ser o “massacre” diário da análise bolsista e as ameaças que comprometem a tranquilidade do nosso futuro.
A UE, que presidimos, continua servil aos interesses do tio Sam, fingindo ignorar que os países pobres necessitam de níveis de endividamento diferentes dos países ricos, para que a verdadeira EU se concretize e possa enfrentar os seus inimigos que agora são insaciáveis, mas que a razão há-de vencer um dia, que espero, não esteja longe.
Quem pensa que não estamos fadados a viver com medo dos americanos para todo o sempre e acredita que é possível criar uma ordem mundial ao serviço do desenvolvimento e do bem-estar, não pode continuar a assobiar para o lado…
Os (agora) insaciáveis são vulneráveis.
Vamos a eles!

…na TV, é o que se vê!

Invariavelmente, não há manhã ou tarde televisiva que se preze que não explore ao máximo um caso de violência, um escândalo, uma desgraça ou uma qualquer “mediocridade”que “sacie e delicie” a brejeirice e a coscuvilhice, que parece fazerem parte da natureza humana…
As grandes causas e o saber deixaram de mobilizar as pessoas… O que “está a dar” são os Gouchas, os Gabrieis, as Merches, as Júlias, as Maias e toda essa gente, que a troco de uns cobres, ou por qualquer outra forma (geralmente ligada à sede de protagonismo ou à vaidade) consegue trazer para as câmaras pessoas disponíveis para “esfrangalhar” a sua privacidade, que como é óbvio afecta terceiros, que acabam por ser vítimas desta “onda”, que não tardará muito, penso eu, transformará em aberrantes directos televisivos tudo aquilo que devia ser do foro íntimo de cada um de nós.
Com música a condizer e poses ensaiadas (quase sempre dos “bifinhos” que os cameramen destacam para que tenham o efeito desejado de criar ambiente) as entrevistas “desnudam” o que for preciso para tentar vencer a guerra das audiências. Não há limites para o baixo nível. O “serviço público” (que somos obrigados a pagar) é uma miragem. Lentamente (como convém) vamo-nos transformando todos em “costureirinhas”! (com o devido respeito pelas costureiras e costureiros deste País).
Procura-se fazer vingar a ideia de que a violência, a pedofilia, a mentira, a traição, a desgraça, etc. são “apanágio” das pessoas carenciadas, omitindo-se a podridão das classes privilegiadas, ajudando assim a construir a “teoria” de que a “depravação” só existe na classe baixa, residência e causa de todos os males do mundo…
Usurpando as “raízes populares” a televisão cultiva e impõe-nos o popularucho, que alimenta a nossa ignorância…
A mediocridade anda â solta, a céu aberto! Compete a cada um de nós depositá-la no caixote do lixo.

... em passeio até Resende

No passado dia 1 de Maio (eu,em sinal de protesto contra o trabalho que não permite enriquecer em contraste com a especulação bolsista que rende que se farta e permite construir impérios financeiros) meti-me no meu “dois cavalos” e juntei-me a cerca de uma centena de “bi cavalistas”, num passeio organizado pelo Clube de Mangualde, cuja actividade aqui se enaltece.
O destino escolhido foi o concelho de Resende, onde almoçámos e visitámos diversos locais dos quais destaco o Museu Municipal, as Igrejas Românicas de Santa Maria de Cárquere, Barrô e S. Martinho de Mouros. As Caldas de Aregos foram outro local visitado, antes de nos dirigirmos para a Régua, onde saboreámos o farnel que levámos. Regressámos a casa sãos e salvos, com o sentimento de que havia sido um dia bem passado e que vale a pena visitar Resende. (Parabéns à Organização do passeio, apesar de pequenos senãos que sempre acontecem nestas coisas).
Falando de Resende, (um dos motivos desta pequena crónica), sem querer desvalorizar o trabalho de muitas pessoas, permito-me destacar a acção do actual presidente da Câmara, Engº António Borges, cujo empenho e competência política e técnica provocaram nos últimos anos uma “reviravolta” no concelho. Resende é hoje uma boa mostra do poder local, daquilo que ele pode fazer pelo bem-estar das populações. Quem conheceu o concelho de Resende há uns anos e o visita agora, facilmente verifica que a algum imobilismo da actividade municipal sucedeu o progresso e a modernidade, a pulsar em vários locais do concelho, com destaque para a sua sede.
Resende é um símbolo de organização e iniciativa, requisitos necessários para que a auto-estima dos seus habitantes se mantenha alta e para que as pessoas que visitam o concelho fiquem motivadas a voltar. A disponibilidade e simpatia das suas gentes assentam como uma luva no coração dos visitantes. Estão de parabéns todos os Resendenses (?), muito particularmente aqueles que diariamente promovem e concretizam o desenvolvimento.
Mas… este esforço local em prol do desenvolvimento e da qualidade de vida da população está seriamente prejudicado pela qualidade dos acessos, que em nada correspondem ao esforço autárquico feito. É lamentável que o poder central, em termos de vias de comunicação dê prioridade absoluta aos grandes centros para onde as populações do interior são obrigadas a fugir, com todos os problemas que a sua fixação aí levanta, mas que servem perfeitamente os interesses especulativos de alguns. Poder-se-á argumentar que a A24 é a negação do que disse anteriormente (e eu em parte concordo) mas falta muito para que as vias de comunicação, que dela podem derivar, tornem Resende (e outros concelhos) um local com acessibilidades minimamente satisfatórias, promotoras da fixação de pessoas e empresas. (Convém não esquecer que a vida também é feita de PEQUENAS coisas… e não apenas de grandes obras)
Um aspecto pelo qual já não culpo tanto o poder central é a total ausência de sinalização na A24 a indicar Resende. Neste particular, se o Engº Borges me permite, com todo o carinho de fã da sua obra como presidente da Câmara, direi que tem andado distraído. Que bem lá pareciam umas plaquinhas a indicar as saídas para Resende, e, se os senhores das Estradas de Portugal permitirem, entre parêntesis :“ em permanente luta pelo desenvolvimento”.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Pf Salvem a "nata"!

A nata de que vos falo nada tem a ver com pastéis. A minha “nata” de hoje são aqueles espertalhões (ou somos nós que somos burros?!) que acumulam reformas, subvenções vitalícias, pensões, prémios e comissões, mordomias e outras “iguarias”… que somam milhões, todos os dias…
Perdeu-se “o sentido do ridículo”, acusou Rui Rio, quando bateu estrondosamente com a porta da “Metro do Porto” por terem posto em causa a sua honorabilidade, quando lhe lembraram que devia repor uns “dinheiritos” que arrecadava como administrador não executivo, acrescentando-os, como tantos outros distintos cidadãos, ao seu modesto salário. (E logo a ele que até queria trabalhar de graça…mas já que era obrigado, foi recebendo a massita!)
Por favor senhores deputados: Não aprovem leis que prejudiquem esta rapaziada! Não lhe tirem o pão da boca! A maioria dos portugueses não quer que políticos, ex-políticos, governantes, ex-governantes, deputados e ex-deputados, presidentes e ex-presidentes, gestores públicos e ex-gestores etc., fiquem de um momento para o outro numa situação difícil, depois de se terem habituado a viver à grande.
Esta gente (a nata) não são mandriões, como a maior parte dos funcionários públicos e outros trabalhadores (que em virtude disso só recebem um salário); são mentes brilhantes e laboriosas que chegam, mesmo depois de reformados, a trabalhar mais de 50 horas por dia! (a avaliar pelo número de cargos que desempenham, todos de grande responsabilidade).
Portugal não pode abdicar do trabalho competentíssimo das pessoas que acumulam rendimentos de várias proveniências. Se não fossem essas cabeças que pensam, por quase todos nós, alguma vez a Europa nos dava os “presentinhos” que nos tem dado?
Só porque, agora, ninguém sabe onde pára o dinheirinho que recebemos, porque estamos afogadinhos de dívidas, não é caso para pormos em causa a honorabilidade de quem “bebe em várias fontes”… Valha-nos Deus. Isto é pura ingratidão para com aqueles que, pelo País, tanto têm feito…
Apelo à sensatez do Povo Português: Nem que seja preciso, cada um de nós, pagar mais 5€ por mês de impostos (o que é isso, comparado com o que já pagamos) não retirem o “produto acumulado” aos “cérebros” deste jardim florido. O que seria de nós sem eles? Provavelmente sem eles não tínhamos dívidas e como diz o Povo “quem não deve não teme” e isso poderia transformar-se numa catástrofe, porque já imaginaram o que seria, nós não temermos e enfrentarmos quem diariamente nos amachuca?
Meus queridos amigos: Nada de mexer com situações delicadas onde há muito segredo (alma do negócio) e muita m… (mal cheirosa, para afastar curiosos e que quanto mais se lhe mexe mais mal cheira). Cada um fique com as suas opiniões, mas, por favor, não façam” ondas” que possam desagradar aos senhores AI, FMI, BCE que, também, como muitos portugueses, gostam e têm o privilégio de beber água em todas as fontes.
Deixem os “génios multifunções e com pluri rendimentos estatais” ganhar a vidinha à vontade (com o nosso dinheiro)… Eles hão-de morrer (mesmo que alguns pareçam ignorar essa realidade) e nessa altura, deixarão cá tudo, e, quem acredita em milagres, (mesmo depois de saber o que lhes tem vindo a acontecer) até pode viver com a esperança que lhe “toque”qualquer coisinha!
No dia da sua morte, como é tradição, todos lhes perdoaremos e Nosso Senhor se encarregará de os enviar para as trevas do inferno, onde, graças ao fogo alimentado por energias renováveis, arderão para todo o sempre!
Amen.